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Notícia - Bebida alcoólica: a vilã de qualquer dieta

Bebida alcoólica: a vilã de qualquer dieta

Quem quer emagrecer corta tudo do seu cardápio: pizza, hambúrguer e massa passam longe da dieta, mas e a bebida alcoólica, você também deixa de consumir? Saiba que ela é a vilã em qualquer dieta.

A nutricionista Ana Fornari explica que, quando acontece o consumo do álcool etílico, 2% a 8% são perdidos através da urina, e os outros 92% a 98% são metabolizados pelo organismo. Essa substância é muito calórica e pode contribuir para o ganho de peso, sendo metabolizada de forma mais rápida que a gordura, a proteína e o carboidrato. "Um grama de carboidrato e um grama de proteína equivalem a 4 kcal, um grama de lipídio a 9 kcal e 1 grama de álcool equivale a 7 kcal e não possui nenhum valor nutritivo. Não traz benefício nutricional algum e acrescenta calorias vazias para seu organismo", explica ela.

Sem contar que a bebida alcoólica dificilmente é consumida sozinha, sempre está acompanhada de petiscos e alimentos gordurosos ou de alto teor calórico, como: amendoins, salgadinhos, azeitonas, queijos gordos, entre outros, que geralmente são salgados, aumentando a sede e, consequentemente, o consumo da bebida. O consumo exagerado dos aperitivos acontece porque o álcool estimula o apetite e diminui a saciedade, fazendo com que você vá comendo sem ao menos perceber.

De acordo com a nutricionista, os melhores alimentos para serem consumidos com a bebida alcoólica são os assados (pastelzinho, bolinhos), frutas secas (damasco, ameixa, morango, uvas), frios light (peito de peru, blanchet), queijos magros (queijo branco, patê de ricota, cottage), palitos de cenoura e pepino, azeitona, legumes em conserva (pimentão, cebola, gengibre, palmito).

A dose adequada deve ser recomendada pelo seu médico ou nutricionista, pois a quantidade pode variar de um indivíduo para o outro.

Cerveja

Uma das bebidas mais consumidas no verão é a cerveja e, segundo a nutricionista, ela é rica em vitaminas do complexo B, que atuam sobre o funcionamento de músculos, nervos e do cérebro, sobre o metabolismo das gorduras e a manutenção dos tecidos. Cerveja contém minerais, como cálcio e silício, essenciais para a composição dos ossos, potássio, que junto com o cálcio ajuda no bom funcionamento do coração, e também contém cromo, que potencializa a insulina, além de alta concentração de polifenóis, que têm efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios, antialérgicos, carcinogênicos, são inibidores da oxidação da LDL e agregadores das plaquetas; enfim, ajudam a diminuir o risco de enfarte do miocárdio.

Uma pesquisa feita pela Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que a cerveja, assim como as verduras de cor escura, tem vitamina B9 (ácido fólico ou folato) – muito importante no combate à anemia e às doenças cardiovasculares.

Outro benefício é que uma lata tem de 17% a 20% das quantidades de vitamina B9 recomendadas (por dia, para um adulto).

Além da vitamina B9, foram analisadas na pesquisa as quantidades de compostos fenólicos (antioxidantes, substâncias que combatem o aparecimento de radicais livres na corrente sanguínea) nas cervejas.

A cerveja escura respondeu às análises com mais que o dobro de compostos desse tipo do que as cervejas pilsen e sem álcool. A cerveja sem álcool apresentou teor abaixo, porém similar ao teor encontrado em cerveja pilsen, tanto de folatos como de compostos fenólicos. "Porém, o consumo excessivo do álcool causa diversos males ao organismo, inclusive prejudica a absorção do próprio folato, não garantindo o suprimento necessário dessa vitamina. O indicado, portanto, é consumir uma pequena quantidade, que não possui esta capacidade prejudicial", diz ela.

Uma lata de cerveja de 350 ml contém 150 calorias.

Para queimar essas 150 calorias, um homem de 80 kg precisaria caminhar, moderadamente, em uma esteira durante 35 minutos e uma mulher de 65 kg precisaria caminhar, moderadamente, durante 40 minutos.

Vinho

O vinho é rico em uma substância, da família dos polifenóis, chamada resveratrol. O primeiro benefício deste composto é seu poder antioxidante. Dependendo do tipo de uva, da fermentação e da safra, o vinho pode ter mais ou menos polifenóis.

Em qualquer doença cardiovascular, agentes antioxidantes são capazes de inibir a ação dos radicais livres, que têm efeito devastador no processo de envelhecimento do organismo.

Podemos considerar a ingestão de uma taça de vinho como um exemplo de consumo moderado. Mas temos que ter muito cuidado ao abordar o assunto. Ainda não há justificativas concretas para a recomendação do uso de vinhos como estratégia de cardio-proteção. A American Heart Association, por exemplo, recomenda que a ingestão de bebidas alcoólicas seja um item de discussão particular entre o paciente e seu médico.

Confira algumas dicas para beber menos e não sair da dieta:

Moderação: A bebida alcoólica deve ser consumida com moderação. Embora pequenas quantidades de álcool possam ser benéficas para a saúde, seu uso excessivo pode causar doenças gástricas, nutricionais, neurológicas e hepáticas.

Substituição: O ideal é substituir o açúcar usado para adoçar as bebidas por adoçante. Evite acrescentar leite condensado, pois é rico em açúcar e gordura. Você pode trocar por iogurte desnatado, fica gostoso e com muito menos calorias.

Intercalar: Tente sempre intercalar as bebidas alcoólicas com água. Tome bastante água antes de começar a beber, assim você evita matar a sede. Sempre que possível, substitua o vinho pelo suco de uva natural, ele também contém os efeitos benéficos do vinho.

Diluição: Use gelo para diluir o uísque ou a caipirinha. Coquetéis mais leves ou meia taça de vinho também são boas opções.


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