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Notícia - Aprenda a prevenir e cuidar das estrias

Aprenda a prevenir e cuidar das estrias

A estria é tão temida pela maioria de mulheres, que não fica muito atrás da indesejada celulite. Os “riscos” deixados são indesejados, mas algumas mudanças de hábito e tratamentos proporcionam uma melhora próxima a 100%.

“Com as técnicas disponíveis, é possível aliviar muito o problema, mas, nos dias de hoje, é perfeitamente natural ter alguma marquinha. E é preciso lembrar que esse não é um tema exclusivo das mulheres porque os homens também podem ser afetados”, diz Valeria Campos, dermatologista e membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).

O que são e como surgem

As estrias são fissuras formadas quando a pele se estica muito rápido. Isso acontece como consequência do crescimento na puberdade ou pelo aumento do peso causado pela obesidade, pela gravidez ou até pelo inchaço da TPM, além de distúrbios hormonais.

O processo de surgimento tem três fases: inflamatória, de degradação e de reparação. Na primeira, a estria é rosada e levemente elevada, frequentemente coça e pode durar até um mês. “Nesse período, as células têm maior capacidade de regeneração e, quando tratada a tempo, ocorre uma melhora próxima a 100%”, afirma.

Na segunda etapa, que pode durar até um ano, os riscos ficam com uma cor arroxeada e a melhora é de até 70% em caso de alguma intervenção. Por fim, a estria ganha cor branca depois de um ano e, ao toque, sente-se depressões. Neste caso, a possível reversão é de menos de 50%.

Alimentação saudável

Comer bem faz toda a diferença para prevenir o problema. O excesso de açúcar, por exemplo, deve ser evitado: sua ingestão libera a insulina, hormônio que “transporta” a glicose para dentro da célula. Quando o consumo é exagerado, a glicose fica “solta” no organismo, endurece o colágeno e causa flacidez.

“Além disso, ganha-se peso e, quanto mais peso, mais ruptura na pele, que na verdade é a estria”, afirma.

Segundo a dermatologista, a lactose (açúcar do leite) também pode exercer esse papel, assim como gorduras e carboidratos simples. “Tomar pouca água e abusar do sal são hábitos que também dificultam a troca de líquidos no organismo, favorecendo a retenção de resíduos tóxicos e provocando o aparecimento das estrias”, diz Valéria.

Prefira alimentos crus, integrais ou cozidos a vapor porque são mais bem digeridos e assimilados, além de terem mais nutrientes. “Os menos calóricos e mais ricos em vitaminas, as fibras e os minerais são reguladores de produção de energia, além de diminuírem os picos na absorção de açúcar e controlarem a regeneração de tecidos, mantendo a pele mais saudável e tonificada”, complementa.

Como amenizar

No dia a dia, a hidratação profunda é fundamental para a prevenção. O óleo de buriti, por exemplo, de coloração levemente avermelhada, é rico em carotenoides e provitamina A. “Ele colabora para a elasticidade da derme, além de promover ação antioxidante e anti-inflamatória. Deve ser aplicado e coberto com plástico filme por no mínimo 30 minutos e tem efeito temporário, pois melhora o aspecto, mas não trata”, diz a dermatologista.

Alguns tipos de ácidos – especialmente o retinóico – estimulam a formação de tecido colágeno, melhorando o aspecto geral. “Numa escala de eficácia de 0 a 10, eu daria 8 para o ácido retinóico. Mas é importante lembrar que pode haver descamação e vermelhidão e a concentração ideal para cada caso deve ser definida pelo dermatologista, de acordo com o tipo de pele”, diz Valéria.

A vitamina C, ácido ferulico e o uso dos alfahidroxiacidos são outras opções não tão eficientes, mas que causam menos efeitos colaterais e podem ser usados na gestação. “Uma boa dica é a "meia-calça invisível". Esse cosmético, inicialmente inventado para cobrir as manchinhas das pernas, é um produto com a grande vantagem de ser à prova dágua e de manchar a roupa depois de seco”, afirma.

Mesmo tomando todas essas atitudes, as estrias podem aparecer, pois existem situações que fogem do controle. “Na adolescência, além do estirão natural da idade, o corpo entra em uma ebulição hormonal. Na gestação, também há um estiramento da região abdominal e das mamas. A prevenção parte da mudança de hábitos de vida, como tomar bastante água, fazer exercícios físicos e dieta balanceada, baseada em nutrientes que ajudem a pele a se manter organizada”, diz Márcio Castan, cirurgião plástico, especializado em dermatocosmiatria.


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